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AS  Parábolas no Ensino de Jesus

 

 

 

 

 

1     Esboço da Lição

I) O que é Parábola;  

II) Os Objetivos das Parábolas de Jesus;

III) Por que Jesus Ensinava por parábolas;

IV) Como Interpretar Parábolas;

V) Conclusão.

 

EXPOSIÇÃO

1.      Sentido Etimológico 

a)      Novo Testamento: O termo grego parabolē  é traduzido com diversos sentidos dentro do contexto do Novo Testamento. Em Hebreus 9.9 o termo é traduzido por “alegoria” (ARA), “ilustração” (NVI) e por “parábola” pela Revista e Atualizada. Em Hebreus 11.19 a ARA traduz o vocábulo por “figuradamente” seguido pela Nova Versão Internacional (NVI) e pela Revista e Corrigida (ARC). Em Mateus 13.18 todas as traduções acima traduzem por “parábola” – que na verdade se trata de uma transliteração do vocábulo grego e, não propriamente uma tradução. Em Mateus 21.45 a RC traduz o vocábulo por “palavras” enquanto a RC e a NVI mantém o sentido literal “parábolas”.

Os Evangelhos Sinóticos (Mateus, Marcos e Lucas) usam o termo por quarenta e oito vezes, enquanto fora destes, encontramos a palavra apenas nos dois versículos de Hebreus (9.9; 11.19). Seu uso freqüentemente está relacionado aos ensinos de Jesus nos Evangelhos. 

b)      Antigo Testamento: No contexto vétero-testamentário, o termo grego parabolē corresponde ao hebraico māšal, segundo a Septuaginta (LXX), ou a Tradução Grega dos Setenta. Este vocábulo hebraico é usado freqüentemente para se referir aos “provérbios” (māšal) dos sábios (1 Sm 24.13). Em sentido lato tanto o termo hebraico quanto o grego significam “ditos de sabedoria”,  ou “comparação com intenção didática”. O significado restrito, por sua vez, quer dizer “comparação”, “correspondência” ou “translação de sentido”.  

c)     Sentido Literal: O vocábulo procede de dois termos gregos: da preposição “para”, isto é “do lado de” (genitivo), ou “ao lado de” (dativo); e de “ballō” que significa “lançar” ou “jogar”.  O significado literal, portanto, é “jogar ou lançar ao lado de” e, por extensão, “comparar”, “figura”, “parábola”.

Parábola, portanto, é a justaposição de “uma coisa ao lado de outra” com a finalidade de comparar e ilustrar uma ou mais verdades. Considerando-a não apenas como “figura de contraste” ao lado da “ironia”, do “símile” e da “alegoria” (ver Hermenêutica Fácil e Descomplicada, CPAD), mas também como “artifício retórico de argumentação análoga”, constitui-se em um arguto recurso literário, retórico e didático.

Neste aspecto é necessário que se entenda a parabolē  como recurso importante, se não necessário aos textos ou ensinos: 

a)      Admoestativos: isto é, que se propõem por meio de uma analogia ou comparação advertir de uma falta, aconselhar a uma atitude, ou a exortar (Mt 18.23s; Lc 12.16s; 16.1s, etc.).

b)    Indicativos: ou seja, procuram impressionar o leitor ou ouvinte a fim de que sintam admiração, espanto ou repulsa concernente algum ensino de caráter moral ou religioso. 

c)      Atitudinais: pois tem por objetivo levar o leitor ou ouvinte a se posicionar a favor ou contra uma idéia, opinião ou verdade em uma controvérsia. O ouvinte-leitor, quando lê ou ouve a comparação é conduzido a decidir-se a favor ou contra aquilo que está evidente na parábola (Mt 20.1-16; 21.28-32).b

Portanto, podemos conceituar a parábola como: Recurso literário do gênero narrativo que inseri dentro do enredo uma advertência, exemplo, doutrina ou comportamento que deve ser apreciado ou rejeitado de acordo com o propósito do autor.

"Vamos dia a dia estudar cuidadosamente as páginas sagradas; vamos meditar dia e noite nelas (Sl 1.2). Que a palavra de Cristo habite em nós abundantemente (Cl 3.16), lembrando que, se as palavras dEle estiverem em nós, pediremos o que quisermos e nos será feito (Jo 15.7). Nossa leitura da Bíblia não deve ocorrer  apenas quando  preparamos sermões ou fazemos estudos bíblicos, mas deve haver a leitura devocional diária da Palavra tão-somente  para o nosso próprio fortalecimento e edificação espirituais."

 

2. Objetivos das Parábolas no Ensino de Jesus

As parábolas eram recursos didáticos usados pelos judeus desde os tempos do Antigo Testamento (Jó 27.1; Hb 2.6). Entre as inúmeras pessoas que usaram este recurso encontramos:

ü    O Profeta Ezequiel: O profeta Ezequiel está entre os inúmeros personagens bíblicos que fizeram uso dessas alegorias a fim de comunicar uma mensagem clara e acessível (Ez 17.2).

 ü    Os Sábios de Israel: As parábolas também eram usadas pelo povo e sábios de Israel em forma de provérbios parabólicos (Ez 18.1-3; Sl 78.2). O propósito da parábola facilmente é visto quando observamos o uso da figura nas mensagens e ensinos dos sábios e profetas. Uma verdade ficava mais clara e inteligível ao povo quando era acompanhada de uma narrativa que colocava a realidade a ser


                                             


Exemplos de Parábolas no Antigo Testamento                         Referências

A parábola da Vinha Má                                                                 Isaías 5.1-7 

A Parábola das Duas Águias e da Videira                                       Ezequiel 17.3-10

A Parábola do Leão Enjaulado                                                     Ezequiel 19.1-9

A Parábola da Videira Arruinada                                                  Ezequiel 19.10-14

A Parábola da Panela                                                                   Ezequiel 24.3-5

 

 

percebida com a história a ser contada.

 

 

 

 

 Semelhantemente quando Jesus ensinava usando a parábola pretendia comparar um episódio do cotidiano com uma realidade espiritual. Esta é a principal razão pela qual repetidamente a parábola se inicia com o adjetivo homoia (Mt 13.24; 31, 44, 45, 47), traduzido por

“semelhante”, que comporta a tradução por “da mesma natureza”, “igual” ou “similar”. Um dos principais objetivos da parábola é provocar a imaginação e a consciência dos ouvintes de tal forma que ele se identifique com os personagens da narrativa. Ao ouvir a parábola do “Rico Insensato” ele deveria responder “– Este sou eu”, ou do “Bom Samaritano” e dizer “– É  assim que devo proceder!”. Entretanto, seguindo as linhas mestras dos Sinóticos, Jesus esclarece as razões pelas quais ensina por meio de parábolas:

Naturalmente, não é possível discorrer exegeticamente concernente a todos os elementos envolvidos neste texto. O ritmo, a cadência, a ênfase e o paralelismo poético é patente, e as análises desses itens fogem ao objetivo aqui desejado. No entanto, não podemos seguir adiante sem antes afirmar que o evangelista Mateus considera o método parabólico usado por Jesus como cumprimento das profecias do Antigo Testamento.

Entretanto, vejamos rapidamente que os elementos essenciais do texto formam uma estrofe alternada (ABAB) contendo necessariamente quatro linhas poéticas (quarteto):

 

(A) Porque a vós outros é dado conhecer os mistérios do reino dos céus,

(B) mas àqueles não lhes é isso concedido.

(A) Pois ao que tem se lhe dará, e terá em abundância;

(B) mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado.

 

Detalhes sobre a interpretação das estrofes cruzadas ou alternadas podem ser vistas com mais detalhes em nossa obra já referida. Entretanto, cabe aqui informar que dois grupos são facilmente distinguidos: dos discípulos (AA), e da multidão frívola – incluso os líderes judeus (BB). Ao primeiro grupo se referem às referências positivas, enquanto ao segundo, as negativas. A estrutura antitética do texto reforça essa característica. Aos discípulos lhe são concedidos o conhecimento dos mistérios de Deus possibilitado pelo estilo didático das parábolas, enquanto para os fariseus e a multidão que acompanha o cortejo, a mesma ilustração que serve de luz para os discípulos, servem-lhes de trevas.

Não é muito difícil entender a principal razão pela qual o segundo grupo não compreende as parábolas: Eles não têm disposição obediente e contrita para ouvir e aceitar com fé e arrependimento genuíno a mensagem de Jesus. Isto se explica primeiro, pelo contexto imediato e depois, pela primeira parábola de Mateus 13. É evidente que essas parábolas surgem em razão da oposição dos fariseus e de alguns elementos da multidão contra o ministério de Jesus (Mt 11; 13. 53-14.2; Mc 6.1-6, 14-29; Lc 9.7-9). A primeira parábola do grupo, das sete mencionadas em Mateus 13, acusa silenciosamente a multidão, cujos corações ou disposição para atender a mensagem do reino, são comparados a solos cuja semente (a Palavra do Reino), não frutifica. Somente uma pequena parte “frutifica” em razão de ser boa terra (v.23). As parábolas, portanto, se propunham a revelar os mistérios do reino aos contritos e humildes e ocultar as mesmas verdades da multidão insensível a mensagem do Reino. Para entendê-las era necessário reconhecer a Jesus como o Messias e que a sua mensagem revelava o reino de Deus.

Como atesta a Lição Bíblica, Jesus utilizou as parábolas com dois objetivos principais: didático e teológico. No primeiro, assumia a função do sábio e, no segundo, a do rabino. Esta distinção deve ser entendida didaticamente, uma vez que o rabino era tido tanto como sábio como também por teólogo.

 

a)      Jesus e o recurso dos sábios: Ao assumir em seus ensinos o recurso parabólico, Jesus se identifica primariamente com os sábios, visto ser o māšal o recurso didático mais apreciado pelos sábios judeus do Antigo Testamento. Neste aspecto tudo quanto Jesus se opõe em seus ensinos mediante o uso de comparações parabólicas são tidos como “loucuras” – ações, atitudes ou conceitos dos néscios, simples, ou loucos. A sabedoria (no hb.hokmâ) dos sábios se opõe a insensatez do louco (hb. nābāl).

Jesus como sábio demonstrava a loucura em construir uma “casa na areia” ou mostrava a insensatez de se “confiar na própria riqueza”. Conselhos não muito distantes daqueles praticados pelos sábios de Israel nos idos do Antigo Testamento. Veja por exemplo, o “dito metafórico” de Lucas 4.23: “Médico, cura-te a ti mesmo”. Este é dito ser uma parábola, mas na verdade equivale a um aforismo semelhante aqueles que encontramos nos livros de sabedoria do Antigo Testamento. Temos então, uma parábola de caráter epigramático sintético e que se presta a uma comparação direta ou metafórica. Percebe-se, que o ensino mediante a parábola se propunha a ser o mais direto e simples, a fim de que toda a audiência pudesse compreender a insensatez ou a sabedoria demonstrada pelos atores parabólicos.

Uma vez compreendido a mensagem por trás da comparação, os ouvintes são conduzidos a comparar entre a história contada e a realidade vivida. Como se expressou em certa ocasião o teólogo Goppelt (2003, p.101): “As parábolas explicam o que ocorre por meio de Jesus e o que ele reivindica. Não o explicam de maneira descritiva, mas convidando e apelando. O ouvinte sempre de novo é persuadido pelo poder das imagens: Assim realmente é, deve ser verdade! No entanto, compreenderá a causa apenas quando dela participar através do discipulado”.

As simples histórias contadas por Jesus, tornavam uma verdade prática, oculta pelo cotidiano, clara e perceptível a todos.

As comparações usadas por Jesus não apenas apresentavam uma verdade, mas também condenavam atitudes arbitrárias, injustiças sociais e hipocrisias religiosas. Seu ensino não era apenas anunciação do Reino dos Céus, mas também denúncia dos pecados dos homens. A semelhança de Natã (2 Sm 12), as parábolas de Jesus são veementes invectivas contra o pecado e hipocrisia dos líderes religiosos. Estas parábolas geralmente ocultavam a mensagem do Reino aos soberbos espirituais, mas explicavam-na aos humildes de espírito.

 

b)      Jesus e o recurso parabólico teológico. Outro objetivo extraordinário das parábolas de Jesus estava relacionado à anunciação do Reino dos Céus. Basicamente quase todas as suas parábolas contêm elementos proféticos ou escatológicos. Ele é, como já afirmara o apóstolo João (1.18), o “exegeta de Deus” – termo traduzido pela ARC por “conhecer” e pela ARA “revelou” [ tradução do termo eksēgēsato]. Sua glória foi vista “como a glória do Unigênito do Pai” (v.14), Ele é o “resplendor da glória”, a “expressa imagem da pessoa de Deus” (Hb 1.3), por essa razão sua principal função é revelar a vontade, amor e caráter do Pai. Jesus é o teólogo que, procedendo do seio do Pai, o revelou a todos os homens (Jo 1.18). O modo pelo qual Jesus revelou a natureza bendita do Pai e as realidades célicas foi empregando o método parabólico. Devemos lembrar, contudo, que o objetivo teológico da parábola, não é a sistematização do dogma, mas a experiência religiosa. Como afirmou certa vez o teólogo Manson (1965, p.89) a respeito da parábola: “Não é uma muleta para intelectos coxos, mas um estímulo para o entendimento religioso. Seu objetivo não é simplesmente ministrar instrução teológica, mas produzir viva fé religiosa”. Algumas características teológicas do ensino de Cristo contêm:

 

c)      Imanência: um dos aspectos mais extraordinários revelados nas parábolas de Jesus a respeito do Pai é a sua imanência. O Pai é tido como transcendente, mas também é apresentado imanente, próximo, relacionável. É comparado a um “pai de família”, “proprietário de uma vinha” ou apenas “Pai nosso [de todos]” – figuras estas que exemplificam o seu afeto, cuidado e zelo.  Estas histórias tornavam Deus tão real ao cotidiano dos homens que os mesmos só poderiam responder afirmativamente por meio da fé e do genuíno arrependimento (Dt 1.31; 8.5; Is 1.2). Mesmo a figura de Deus como Rei nas parábolas, não transparece a visão de um tirano, mas de um monarca compassivo, perdoador, misericordioso e justo (Mt 18.23-35). Não se trata, portanto, de mera ilustração ao sermão, ou mesmo uma proposição ética ou moral, mas da Palavra Viva de Deus sendo revelada ao povo em linguagem comum, cotidiana e discernível. O Logos Theou, a Palavra Encarnada de Deus, revela deste modo o Rhema Theou, a declaração da verdade de Deus.

 

d)      Eschaton: outra realidade apresentada pelos ensinos parabólicos de Jesus é o eschaton – a realidade e aproximação do fim. Nestes ensinos o Reino dos Céus é demonstrado não apenas como uma realidade presente, mas também futura. A completa salvação dos justos, a devida condenação futura dos ímpios, a manifestação do Reino sempiterno de Deus, são demonstrados em diversas ilustrações parabólicas. Por meio dessas parábolas as coisas visíveis e temporais refletem as invisíveis e eternas. Visto que o futuro ou porvir é desconhecido e inimaginável, somente alguém que conhece perfeitamente o fim das coisas é capaz de compará-lo as coisas visíveis e temporais do dia-a-dia. A terrível doutrina do julgamento dos ímpios é tratada na figura de um pescador que separa os peixes bons dos maus (Mt 13.47s). O futuro glorioso das nações no final da Grande Tribulação é demonstrado na apresentação de um pastor que separa os bodes das ovelhas (Mt 25.31s)

 

3. Como interpretar Parábolas

Em nossa obra Hermenêutica Fácil e Descomplicada (CPAD, 2003) além de apresentarmos a relação das parábolas com outras figuras de linguagem, apresentamos também alguns cânones de interpretação passando pelas teorias e técnicas de K. Bailey e M.S. Terry.

Entretanto, é sempre de bom alvitre observarmos que os principais métodos de interpretação parabólicos podem ser observados tanto a partir do Sitz im Leben, ou seja, do contexto vivencial do judaísmo do tempo de Jesus, quanto também do próprio significado que Jesus deu as suas ilustrações, seja mediante a interpretação direta da parábola ou de acordo com a totalidade de seus ensinos.

As duas abordagens são necessárias para uma compreensão adequada das parábolas. Se estudarmos apenas considerando o Sitz im Laben, tornaríamos o ensino de Jesus muito dependente das idéias judaicas. No entanto, Cristo transcende a cosmovisão judaica trazendo novos ensinos concernentes a Deus e o seu reino. Portanto, os dois métodos auxiliam na compreensão satisfatória do tema e, considerar um em detrimento do outro é reducionismo malsã.

Além das técnicas clássicas de interpretação envolvida na análise de qualquer texto sacro, queremos destacar três elementos que devem ser evitados, e oito que devemos utilizar na compreensão dos textos parabólicos. A saber:

 

 1. O que evitar ao interpretar a parábola?

Exemplos:

ü     Evite abandonar o conteúdo do texto, a causa da clareza e riqueza da figura;

ü     Evite fazer com que a parábola diga mais do que realmente pretendeu  o autor;

ü    Evite procurar significado simbólico ou pneumático (espiritual) a cada elemento da parábola.

 

 

 2. O que fazer para interpretar a parábola?

Exemplos:

ü      Determine o auditório original. Jesus está falando aos líderes judaicos, a multidão ou aos discípulos?

ü      Determine o contexto imediato do ensino. Qual a razão pela qual a parábola se tornou necessária?

ü      Determine os principais símbolos da parábola. Quais os símbolos usados que tem relação com os do Antigo Testamento? Qual o sentido do símbolo usado na parábola analisada?

ü      Determine a reação do auditório. Qual foi a reação do público após o ensino da parábola? Como o auditório reagiu depois de ouvir a parábola?

ü      Determine o assunto da parábola. Qual o assunto principal da parábola? Qual assunto é secundário, mas necessário para compreender a totalidade?

ü      Determine o Sitz im Leben. Quais os dados culturais dos judeus que auxiliam na compreensão da parábola?

ü      Determine o significado que Jesus deu a parábola. Qual a explicação de Jesus a respeito da parábola? Como a parábola se identifica com a totalidade dos ensinos de Cristo sobre o assunto tratado?

ü      Compare o relato parabólico com a narrativa dos outros Sinóticos. Como a parábola foi narrada pelos evangelistas Mateus, Marcos e Lucas? Quais os elementos omitidos ou acrescentados que auxiliam na compreensão da parábola?

 

 

Por Esdras Costa Bentho - autor do livro Hermenêutica Fácil e Descomplicada- CPAD.

 

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